VIDA DE PROFESSOR

DIFERENÇAS SOCIAIS




O BRASIL NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

INCLUSÃO DIGITAL
GUERNICA

A MAIOR EXPRESSÃO MUSICAL DA REGIÃO CENTRAL

Um dos maiores talentos musicais da região central começa a divulgar o seu novo trabalho em todo o Rio Grande do Norte. Nesse sentido, o Lajense Paulo Wilson inicia a expansão da sua carreira no estado trazendo para o público a apresentação de um belíssimo show de muita qualidade e com um repertório sempre muito elogiado por todos. Por isso, se você estiver pensando em realizar um evento e procura qualidade e competência musical, é só ligar para o telefone que aparece no banner de divulgação acima e contratar esta nova revelação do cenário musical. Afinal, Paulo wilson é qualidade musical no seu evento!!!
DIREITO À MEMORIA

Ao longo dos anos, não bastassem a degradação física pela a ação do tempo, o abandono político-social do espaço e a ocupação ilegal do prédio da antiga estação ferroviária de Lajes por sem-tetos, a prefeitura municipal é a responsável por descaracterizar a arquitetura ferroviária do município. A construção de um banheiro anexo a um dos prédios para atender aos foliões em épocas de carnaval é o testemunho tangível da falta de compromisso dos governantes locais com a preservação desse patrimônio histórico da cidade. Essa descaracterização, o abondono e muitas vezes a simples destruição desse patrimônio ferroviário na cidade de Lajes têm sido denunciados constantemente pelo blog qualitativo, visto que ali é um espaço detentor da história e da memória de Lajes. Com a execução do projeto de revitalização do entorno da estação e a restauração do prédio onde funcionava a antiga estação Sampaio Correia, voltamos a defender a criação de um museu iconográfico contando as histórias da ferrovia, do município e dos seus moradores no local, visto que elas se confundem. Vale frisar que a causa é apoiada por muitos lajenses que vivenciaram a época do trem em Lajes, bem como a população em geral. A luta será árdua, pois a prefeitura municipal insiste em criar no local um espaço cultural que não condiz com a memoria original da ferrovia, reduzindo o patrimônio edificado a mero cenário da industria cultural e sua lógica de entretenimento, dissociando toda a fluição do patrimônio da memória social e histórica da população lajense.
TUDO AGORA É BULLYING
A Banalização do Conceito de Bullying

Desde que houve a tragédia em Realengo e sua divulgação na mídia, a toda hora chegam à escola pais de alunos reclamando de que seus filhos estão sendo vítimas de bullying. O que muitos não percebem é que não foi o fato do matador Wellington ter sofrido bullying na escola que causou a tragédia. Não foi um simples apelido pejorativo ou a falta de entrosamento com grupos o que provocou tudo. Muito antes de esse rapaz entrar na escola, ele já havia sido excluído de sua família de origem, foi abandonado pelos seus pais, depois foi adotado por outra família e, pelo que tudo indica, aceito pela mãe adotiva e não pelo restante da família, a julgar por seu enterro em vala comum 15 dias após o corpo aguardar reconhecimento. Esse rapaz, portanto, antes de ser excluído da escola, já o foi na vida. É importante também refletirmos que o ato de matar ou agir com violência não pode ser justificado somente por situações vexatórias vividas no ambiente escolar. É preciso mais do que isto. É preciso que o cidadão em questão apresente um desvio de conduta, de comportamento e, provavelmente, um transtorno psíquicoHoje, ao falarmos constantemente no bullying como “o mal do século nas escolas”, estamos repassando, mais uma vez, para as escolas a responsabilidade de resolver a “doença da sociedade”. As crianças escutam constantemente seus pais chamarem a vizinha de gorda, o tio de veado, o filho do dono do mercado de anãozinho, aquele tio deficiente físico de perneta, o jogador da seleção brasileira de pato, o Ronaldo Fenômeno de gordo, mas vejam só, é na escola que há o problema! É preciso que os pais entendam que embora o bullying tenha reflexos na escola ou se reproduza nela, não é no ambiente escolar que as crianças aprendem a discriminar, não com os professores. Quem não lembra dos apelidos que tinha na idade escolar, “seco”, “gigante”, “dentinho”, “sagui”, “gordo”, “toco”, “pica-pau”, “queixo”, acrescente a sua lista. Não estou aqui defendendo os apelidos pejorativos e suas consequências emocionais em cada pessoa, mas é preciso ter prudência e bom senso, nem tudo é bullying, nem tudo é perseguição e ninguém pode invadir escolas, bater em pessoas e muito menos matar com a desculpa de ter sido vítima de bullying. Quem age dessa forma só está colocando para fora a doença crônica de uma sociedade violenta que procura responsáveis na escola.
LAJES DE LUTO
Faleceu na tarde desta quinta feira (18), no hospital Walfredo Gurgel, Maria Salete de Araújo, 64 anos, mãe da jornalista Tárcio Araújo. Dona Lica, como era mais conhecida entre amigos e familiares, já há alguns meses lutava para superar problemas em sua saúde e por isso, se encontrava internada nesta unidade hospitalar. Gostaríamos de prestar os mais profundos pesares à família nesta hora tão difícil para todos nós e em especial ao jovem Tárcio Araújo, filho da querida Dona Lica.
SINOS

A SANTA INQUISIÇÃO

PREFEITURA DE PEDRA PRETA ABRE CONCURSO PÚBLICO COM 99 VAGAS
A Prefeitura Municipal de Pedra Preta, no Rio Grande do Norte, lançou concurso público com 99 oportunidades efetivas para todos os níveis escolares. O Instituto de Treinamento, Capacitação e Seleção de Pessoal (ITCSP) é o organizador da seleção. As remunerações não foram informadas no edital de abertura.
Os cargos oferecidos para quem tem formação de nível fundamental são os de auxiliar de serviços gerais, coveiro, motorista, mecânico, merendeira e vigia. Já quem possui nível médio pode concorrer aos postos de agente comunitário de saúde, atendente de consultório dentário, agente administrativo, agente sanitário, digitador e agente de epidemias, entre outros. Quem tem graduação pode tentar as vagas de assessor jurídico, dentista, médico de urgência, ginecologista, assessor contábil, psicólogo, nutricionista, engenheiro e professor, entre outros.
Quem quiser concorrer no certame pode se inscrever pelo site www.itcsppbconcursos.com.br até o dia 28 de maio. A taxa de participação custa R$ de R$ 30 a R$ 50. As datas de aplicação das provas objetivas, práticas e de títulos serão divulgadas posteriormente.
RAPIDINHAS...
PREFEITURADE LAJES NÃO FORNECE EPIs A GARIS
A prefeitura municipal de Lajes não está fornecendo EPIs (equipamentos de proteção individual) aos garis que trabalham na limpeza das ruas do município. O descaso do poder público municipal com os trabalhadores que fazem a limpeza urbana pode ser constatado por qualquer morador da cidade nos dias da coleta do lixo. Quando o caminhão chega, o que vemos são os garis em contato com o lixo sem as luvas ou sem qualquer tipo de cuidado, pegarem os pacotes e os arremessarem no veículo. De acordo com a norma regulamentadora NR 06, os equipamentos de proteção individual, devem ser fornecidos pelas prefeituras em condições de uso para os trabalhadores. Por outro lado é obrigação do funcionário usar o material de maneira adequada. No caso dos garis, o ideal é usar botas de vaqueta, luvas de borracha, óculos, capacete e uma máscara semi-facial. O uso dos equipamentos servem para protejerem os garis de uma série de risco prejudiciais à sua saúde, visto que estes trabalhadores estão expostos a riscos físicos, químicos e biológicos.
IFRN DE LAJES CONTINUA FECHADO
Os alunos do IFRN continuam sem ter onde estudar, pois a sala onde funcionava o pólo do instituto foi fechada uma semana antes do carnaval. A promessa de que o pólo iria se transferir para o Instituto Pio X ainda não foi cumprida. Enquanto isso, os alunos do referido pólo estão se revezando com os alunos da UAB para fazerem as suas atividades, o que se configura um descaso com educação lajense.
DESCONTRAINDO...
A loira chegou pro vendedor nas Casas Bahia e perguntou:
- Por favor, qual é a diferença entre esses dois telefones?
- A diferença é que este aqui é um MP3 player, e este… uma câmera digital.
- Ah tá… e são desbloqueados para qualquer operadora?
ASSASSINOS DOS SERTÕES

Ainda que estradas, avenidas e palácios levem seus nomes, os bandeirantes eram mais assassinos do que heróis desbravadores. É o que mostram os relatos sobre esses responsáveis pelo frutífero negócio de trazer índios do interior do país para a escravidão no século 17. Segundo o relato de jesuítas, "na longa caminhada até São Paulo, chegam a cortar braços de uns [índios] para com eles açoitarem aos outros". Mais: "matam os velhos e crianças que não conseguem caminhar, dando de comida aos cachorros". Nomes como Raposo Tavares, Fernão Dias e Domingos Jorge Velho com frequência apareciam associados à violência e a assassinatos. Não foi apenas moral a ilusão criada sobre os bandeirantes, porém. Até suas roupas são retratadas de maneira errada. Não usavam, por exemplo, botas, nem que o destino fosse muito longe: o próprio Jorge Velho foi descalço de São Paulo ao Piauí. A aparência corpulenta e a pele alva das pinturas também não são reais. "A maioria era filho de branco com índia, com a pele mais escura", diz Manuel Pacheco, da Universidade Federal da Grande Dourados. "A alimentação era restrita. O bandeirante gordo dos quadros é muito improvável. Esse mito dos bandeirantes foi consolidado após décadas de "marketing". A imagem heroica foi incentivada com a ascensão dos cafeicultores paulistas à elite econômica do Brasil, no fim do século 19. A partir de 1903, essa orientação foi incorporada à política, e o governo estadual passou a bancar obras de arte que apoiassem essa aura mítica. Com o passar dos anos, o mito foi sendo incorporado a outros grupos, que queriam se associar a essa imagem de coragem. Entram aí os constitucionalistas de 1932, o governo Vargas e até a ditadura militar.
FRAUDE NA MORTE DE SANTOS DUMONT

A morte de Santos Dumont foi por décadas relacionada a seu desgosto pelo uso de aviões para fins militares e a palavra “suicídio” não era dita em sala de aula, para que o fim de um dos poucos heróis nacionais, capaz de inspirar os pequenos e motivar os adultos, fosse digno de sua biografia. Sustentando as versões “moralmente elevadas” do desaparecimento do aviador havia um laudo necrológico, que indicava morte por “colapso cardíaco”. Uma fraude. Dumont morreu em 23 de julho de 1932, aos 59 anos, no banheiro do Grand Hôtel de La Plage, na cidade balneária de Guarujá. Há controvérsias sobre o material utilizado como corda: o cinto do roupão ou uma gravata. A idéia de forjar o laudo necrológico teria sido partilhada por autoridades governamentais e familiares do inventor. Ajeitados os trâmites, a fraude ficou, e a verdade só aos poucos foi sendo descoberta. Hoje se diz, com base em relatos, que o glamour que o aviador esbanjava escondeu por décadas episódios de depressão profunda ou de uma doença psíquica mais grave – e incontrolável para a medicina da primeira metade do século XX, como seria o caso de transtorno bipolar. No dia da morte, Santos Dumont havia aproveitado a natureza: conta-se que deu um passeio pela linda praia de Pitangueiras, andou de charrete e retornou ao hotel para almoçar. Passou pelo quarto e de lá não desceu. Funcionários do hotel o encontraram já morto.
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